algo mais que um depósito de desimportâncias cotidianas
domingo, 7 de agosto de 2016
dançar a noite inteira, solta, leve, livre, sozinha e com quase todos os seres humanos presentes: um lembrete de por que não me amarrar (nunca mais) em quem não acompanha - ou no mínimo respeita - o meu ritmo